Amiga de Yasmim Gabrielle publica prints da conversa que teve com a amiga antes de seu suicídio
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Amiga de Yasmim Gabrielle publica prints da conversa que teve com a amiga antes de seu suicídio

A jovem ficou conhecida por ter sido assistente de palco do programa do Raul Gil quando ainda era criança.

Depois de perder a mãe em e um de seus irmãos, ambos por uma luta contra o câncer, Yasmim Gabrielle, de apenas 17 anos, tirou a própria vida.

A jovem, que já tinha sido diagnosticada com um quadro crônico de depressão, foi encontrada morta na casa onde morava em Santa Isabel, interior de São Paulo, no último domingo (21). De acordo com uma de suas amigas, Yasmim teria tomado vários remédios: “Ela tomou vários remédios. Um monte mesmo“, conta Endy, de quem Yasmim era próxima desde os 8 anos de idade. “Estou desolada. Meu coração está em mil pedaços. Não acreditava que estava vendo ela naquele caixão.”

Em 2017, Yasmim chegou a postar uma foto com várias de suas participações no programa do Raul Gil, e, em tom de nostalgia, a jovem escreveu:“Quando eu vi, já era ontem e, de repente, minha infância acabou. Meus medos? Bem, alguns deles me deparo todos os dias. A questão é que a vida passa em questão de segundos. Ontem eu tinha medo de cair da bicicleta e me machucar, hoje eu tenho medo das pessoas. E me machuco sempre. E hoje só tenho a pedir saúde, paz, proteção e felicidade na minha vida. E que venham as dificuldades pois posso não estar totalmente pronta, mas juro que vou sobreviver a elas”, escreveu ela na ocasião.

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Porque é preciso falar sobre a depressão?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 6% do brasileiros sofrem de depressão. O nosso país tem o maior índice de prevalência da doença da América Latina e o segundo do continente americano. Infelizmente, grande parte da população ainda não caracteriza a depressão como uma “doença” de verdade. Poucas pessoas sabem que estão depressivas e por isso quase nunca procuram ajuda.  O acompanhamento e tratamento dessa doença, que não tem cura, é crucial para que a pessoa possa ter uma vida normal, sem recorrer a medidas mais drásticas para dar fim à sua dor.

Fonte: Veja SP  

Escrito por Andressa Zabeu
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