As imagens do ataque com ácido a uma criança pelos bandidos contratados por seu próprio pai

As imagens do ataque com ácido a uma criança pelos bandidos contratados por seu próprio pai

É difícil imaginar que um pai possa ordenar tal ataque contra o próprio filho de três anos de idade. Conforme a investigação avança, descobre-se que tudo era um plano para retirar a custódia da ex-mulher. Ele enfrenta agora uma dura sentença.

Quanto mais dados vão aparecendo sobre o caso, mais arrepiantea história fica. Tudo parece estar reduzido a uma disputa pela custódia dos filhos de um casal separado.

As imagens que mostram o ataque começam com uma cena completamente corriqueira. Uma tarde de verão, uma loja... duas crianças de 3 e 5 anos se divertem jogando bola enquanto acompanham a mãe.

Em um ponto, o mais novo encontra o indivíduo e segundos depois, como sua irmã testemunhou, ele começa a gritar de dor. Quando levam a criança ao pronto-socorro, os médicos confirmam que têm queimaduras graves no braço e na testa causadas pelo ácido sulfúrico. Ou seja, a criança foi alvo de um ataque intencional.

A polícia pediu ao supermercado as imagens da visita da família naquele dia fatídico. Ao revê-las, descobrem que o ataque foi perfeitamente filmado: um homem de camisa branca cruza com o garoto, estende o braço, aperta uma vasilha e continua andando. Depois de alguns segundos, ele verifica que o ataque foi realizado com sucesso. E é isso. Em poucos segundos o ataque acontece e o agressor desaparece acompanhado por dois homens.

Graças à descrição, a polícia conseguiu identificar o agressor: Adam Cech, um homem de cerca de 40 anos. Após investigar o registro das chamadas e mensagens enviadas naquele dia, eles descobrem que alguns minutos após o ataque, eles enviaram uma mensagem dizendo "feito!". Ao verificar o número para o qual eles o enviam, eles descobrem com terror quem é: o pai da criança.

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Tudo parece indicar que o pai traçou o ataque para demonstrar que a mãe, de quem havia se separado há algum tempo e com quem as relações não podiam ser piores, não podia cuidar dos filhos. E assim, supomos, recuperar a custódia.

Tanto o pai como o agressor e os homens que o acompanharam foram presos e aguardam julgamento com a acusação de agredir um menor.

A criança recupera-se das queimaduras depois de receber um tratamento específico.

André Lourenço
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