Uma associação tenta salvar cãozinho abandonado na varanda de um prédio em cidade na França

Uma associação tenta salvar cãozinho abandonado na varanda de um prédio em cidade na França
Uma associação tenta salvar cãozinho abandonado na varanda de um prédio em cidade na França

Já são muitos dias que um filhote de pastor belga sobrevive, sozinho, trancado na varanda de um prédio na cidade francesa de Maisons-Alfort. As fotos divulgadas pela associação ADAM (Associação de Animais Maltratados) mostram o pequeno acorrentado no frio do inverno.

O que podemos fazer para salvar este bichinho?

Em 19 de novembro, a associação ADAM publicou umas fotos de cortar o coração em sua conta do Facebook. Nestas imagens tiradas pelo celular, aparece um filhotinho de pastor belga acorrentado numa varanda, sentado nos azulejos gelados.

Ao lado dele, fezes e vasilhas vazias.

Indignação

Desde terça-feira, os usuários da internet estão ficando desesperados por causa deste pequeno animal abandonado, acorrentado às grades de uma varanda do 4º andar, sem nenhum cuidado, exposto ao sol e ao mau tempo.

Já é quase um mês que duas associações francesas de proteção animal estão cientes desse abuso e, no entanto, nenhuma justiça é feita!

Mesmo com a associação ADAM tendo apresentado uma queixa (assim como uma outra ONG, a associação Stéphane Lamart) para tirar o cachorro desta situação (o animal não para de latir nem de chorar sozinho na varanda), o Magistrado de Créteil rejeitou a denúncia. Então o animal terá que ficar com seu torturador, acorrentado no frio e rodeado de excrementos.

Petição e reclamação

A presidente da ADAM, Katy Géa, apresentou uma queixa na delegacia de polícia de Maisons-Alfort no dia 12 de outubro. Além de solicitar às autoridades maiores informações na segunda-feira, 19 de novembro, com base no "tratamento desnecessário de um animal manso ou cativo".

O dono do filhote, contatado várias vezes pelas duas associações que acompanham este caso, recusou totalmente a encontrar uma solução para o animal.

Nesse meio tempo, uma petição foi feita online, pedindo a liberação do animal maltratado. Enquanto escrevíamos esse artigo. já constavam mais de 6.500 assinaturas.


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