Homem perde seus membros após ser lambido por seu cão

Homem perde seus membros após ser lambido por seu cão

Um homem de 48 anos teve que ir ao médico para ter seus braços e pernas amputados depois que seu próprio cachorro o lambeu. Confira os detalhes!

Greg, um homem de 48 anos, teve que ir ao hospital alguns dias atrás; ele tinha dores fortes, vômitos e febre. Tanto ele como sua esposa não deram muita importância no início, mas em uma semana, os médicos decidiram amputar seus membros: parte das mãos e pernas. A causa dessa tragédia é uma bactéria transmitida pelo seu próprio cão através de uma lambida. Te contamos todos os detalhes do caso no vídeo!

Outras amputações

Às vezes, chegar ao extremo de ter de amputar uma parte do corpo costuma ser a última das opções, mas em alguns casos não há nenhuma outra escolha, se você quiser salvar a vida de um paciente.

Por exemplo, houve o caso do pequeno Xiao Fei, que com apenas 11 meses teve que passar por uma cirurgia para remover uma terceira perna. A operação delicada foi realizada na cidade de Xangai, e depois de mais de 10 horas tudo correu bem para o bebê.

As dificuldades enfrentadas pelos médicos foram os problemas de saúde do pequeno Xiao: com só um testículo, uma hérnia abdominal e problemas no coração.

As razões pelas quais a criança nasceu com três pernas é porque ocorreu o que é chamado de "gêmeo parasita", e isso ocorre em um a cada milhão de recém-nascidos.

Mas também há momentos em que as amputações são realizadas por pura estética, como é o caso de Adam Curlykale e sua paixão por tatuagens que o levou a amputar seu membro.

Este albino russo é apaixonado pela tinta e decidiu, por vontade própria, submeter-se a uma operação para se livrar de seu pênis, já que atrapalhava continuar ilustrando seu corpo.

Como vemos, há amputações que são "mais simpáticas" do que outras, se é que podemos incluir a decisão de amputar o membro por estética. Mas quando você deve se submeter a uma amputação por uma má formação ou por causa de uma bactéria como a Capnocytophaga canimorsus, qualquer um se sente desanimado.

Capimocitophamas canimorsus

O que aconteceu com Greg é algo muito incomum e que acontece muito raramente. O responsável por tudo isso foi o Capnocytophaga canimorsus , uma bactéria gram-negativa que vive na flora das gengivas de animais como cães e gatos.

Este tipo de bactéria não afeta em nada o animal, o que no caso dos cães a porcentagem é de 74% e no felino de 57%, de acordo com dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

O contrário acontece nos seres humanos, porque se essa bactéria se introduz em nosso organismo pode provocar diferentes tipos de infecções, até mesmo do sangue, causando sepse, que faz o corpo inchar e inutiliza as extremidades.

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De acordo com especialistas do CDC, aqueles com um sistema imunológico enfraquecido são mais propensos a serem infectados, embora sejam casos muito raros. Entre os sintomas que uma pessoa pode sofrer são: bolhas, pus, colite, febre, rubor, vômito e dor de cabeça.

Em 99% dos casos, todas as pessoas que têm um cão nunca sofrerão com este problema, por isso não entre em pânico. Claro, devemos estar atentos, porque com qualquer mordida, arranhão ou contato muito próximo, podemos contrair as bactérias. E como no caso do Greg, até mesmo com uma lambida.

Os sintomas geralmente aparecem entre três e cinco dias depois, e pode ser até 14 dias depois também. Nos casos mais graves, o Capnocytophaga canimorsus pode causar a morte do tecido, levando à amputação para salvar o restante do tecido corporal.

André Lourenço
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