Processo de inseminação artificial permite que embrião seja um ano mais novo que a mãe

Processo de inseminação artificial permite que embrião seja um ano mais novo que a mãe

No Tennessee, Estados Unidos, um lindo bebê acaba de nascer. Emma não é um bebê comum: ela é um ano mais nova que a mãe! Parece impossível, não é? No entanto, com os avanços em tecnologia e ciência de hoje em dia, nada é impossível.

Como isso é possível?

Os pais de Emma, Tina e Benjamin Gibson, lutavam contra problemas de infertilidade e decidiram pedir ajuda ao Centro Nacional de Doação de Embriões. A missão do centro é "proteger a vida e a dignidade dos embriões humanos". Quando os casais passam pelo processo de fertilização in vitro, existem embriões que não são usados e que podem ser guardados. Os casais podem descartá-los, doá-los para pesquisa, congelá-los ou dá-los para casais que não conseguem ter filhos. Neste caso, os Gibson tiveram a sorte de receber um embrião muito especial. 

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Carol Sommerfelt, diretora de laboratório de embriologia, trabalhou com o casal durante o processo médico. Ela afirma que o embrião foi originalmente congelado em 14 de outubro de 1992, o que faz com que ele tenha aproximadamente 25 anos. Até então, o embrião congelado mais antigo com nascimento bem-sucedido tinha 20 anos. 

Estatisticamente, existe uma taxa de sobrevivência de 75% quando os embriões são congelados. Depois de serem descongelados com sucesso, eles são implantados na paciente. A taxa de implantação bem-sucedida é, normalmente, de 25% a 30%. Quando o médico transferiu os embriões à Tina, felizmente um foi implantado com sucesso. O casal foi abençoado com um bebê bonito e saudável que pesou 2,9 quilos e mediu 50 centímetros de comprimento ao nascer.

Pedro Souza
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